quarta-feira, 14 de julho de 2010

ONDE VIVEM OS MOSTROS - ATIVIDADE


Onde Realmente Vivem Os Monstros

Esta é uma pergunta muito realizada na mente de quem viu o filme. "Onde Vivem Os Monstros" é o nome de uma obra da Warner que me deixou muito intrigada, pois me identifico com certas coisas, mas ao mesmo tempo tem partes em que não entendo.
_ Quando digo que me identifico, o faço porque sei como é querer fugir do mundo em alguns momentos, simplesmente sumir, ir a algum novo lugar. E é exatamente ai que, no filme, vivem os monstros. Eles são representações das pessoas que vivem em torno dele, e Carol (o mostro que se destaca) seria um pouco do que é e outro pouco do que Max gostaria de ser, ou melhor dizendo, o que ele gostaria de mostrar para o mundo. No filme, Max se sente sozinho, esquecido pela família, e resolve fugir. Ele havia construído uma "fortaleza" em seu quarto, e havia colocado algumas pelúcias dentro. E é para aquela "fortaleza" que ele foge. Mas a partir daí o filme representa a visão de Max, que é a de que tudo o que ele havia montado era real, e naquele momento ele teria fugido para um outro lugar, onde não estaria mais sozinho.
Porém, no final do filme, ele aprende uma lição com os monstros (que na verdade representam seus sentimentos), que é de que ele deve voltar e tentar resolver tudo de outra forma, que não a de fugir de tudo, mas ele deveria enfrentar tudo.
O filme representa uma visão que todos já tiveram durante a sua infância, que é a da imaginação, mas nem por isso aquilo tudo que ele viveu era irreal, pelo contrário, era tão real, que no momento de seu retorno para casa, já havia lhe dado uma outra postura, uma outra maneira de ver o que acontecia ao seu redor.
Os monstros vivem dentro dele mesmo, e são seus sentimentos, seus medos, suas dores, e tudo o que ele vivia no momento, o que, em condição alguma, deixa de ser real.


Audrey Santos - Turma 101 - Santa Luzia

domingo, 4 de julho de 2010

Notícias de Biologia

Primeira notícia (04/06/2010)

04 de junho de 2010
VIDA AMEAÇADA
As imagens do desastre americano
Tentativas de controlar o vazamento se sucedem, e os EUA cobram US$ 69 milhões da empresa British Petroleum por despesas
Enquanto o vazamento de petróleo não é controlado, imagens chocantes de aves cobertas de preto dão uma ideia dos estragos provocados nos EUA. Como reação, o país anunciou a cobrança de US$ 69 milhões da British Petroleum (BP).

O valor, equivalente a R$ 125,5 milhões, é referente às despesas do governo para reduzir os resultados da pior catástrofe ecológica da história dos EUA e “reembolsar os contribuintes”, segundo o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs. A pesca está vetada em um terço das águas do Golfo do México, devido à mancha de petróleo, que se aproxima da Flórida.

A BP, responsável pela plataforma que explodiu e afundou em abril, informou ontem ter conseguido algum avanço em sua tentativa de interromper o vazamento.

A companhia conseguiu cortar o cano pelo qual o petróleo vaza, utilizando uma espécie de “tesoura gigante”, e tentará agora colocar um funil para sugar a maré negra para as embarcações na superfície, informou o almirante Thad Allen, da Guarda Costeira americana. O almirante revelou também que a BP jogou ao mar cerca de 4 milhões de litros de dispersante para combater a mancha de petróleo – técnica que, segundo muitos especialistas, pode provocar muitos problemas no fundo do mar, afetando a vida marinha.

Allen descarta, por enquanto, a possibilidade de deter o vazamento com uma explosão nuclear. A ideia envolve provocar uma pequena explosão atômica capaz de derreter a rocha em volta do poço e deter o fluxo de petróleo.

– Antes de considerar essa opção, há muitas outras a serem tentadas – completou ele.

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse ontem que está “furioso” com a situação no Golfo do México, e que a BP não se moveu suficientemente rápido para resolver o problema.


WASHINGTON
Ameaça às aves
O petróleo fixa-se às penas das aves marinhas, deixando-as sem isolamento térmico e sem resistência à água. Confira como elas são limpas e quais são as espécies mais ameaçadas:
- Os olhos são enxaguados com solução salina estéril em temperatura morna.
- Os bicos e as narinas são limpos com cotonetes.
- O corpo é repetidamente lavado com detergente de louça.
- Carvão é usado para que o pássaro vomite o petróleo ingerido
AS ESPÉCIES
- Estão entre as espécies de aves ameaçadas trinta-réis-real, a garça-de-garganta-vermelha, o piru-piru e a batuíra-bicuda.
- O pelicano-pardo é especialmente ameaçado – ele foi retirado apenas no ano passado da lista de espécies ameaçadas nos Estados Unidos e a temporada de reprodução, em ilhotas da região, começou em maio.


Comentário: Realmente esse acontecido é uma desgraça pois o equilíbrio biológico foi alterado com essa explosão de petróleo, além do prejuíso em questões financeiras. Não há muito o que se descutir do acontecido, apenas consertar e evitar um novo acontecimento desses.

→ Link: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2926280.xml&template=3898.dwt&edition=14821§ion=1014

Segunda notícia (11/06/2010)

11 de junho de 2010
REDENÇÃO MAIS VERDE
Relógio do corpo na Redenção
Mostrar a relação entre os horários de funcionamento dos órgãos do corpo humano com as plantas medicinais é um dos objetivos do Relógio do Corpo Humano. A iniciativa faz parte da Mostra de Trabalhos e Oficinas da 26ª Semana do Meio Ambiente da Capital, que pode ser visitada até domingo, das 9h às 18h, no Parque da Redenção.

O relógio lembra ao público que cada um dos órgãos apresenta duas horas de atividade máxima durante o dia. Também aponta para a importância da reciclagem, pois é feito de materiais recicláveis, como tijolos e garrafas PET, e apresenta um sistema de aproveitamento da água.


Comentário: Acho interessante esse projeto, pois inclui mais as pessoas com as questões biológicas que serão vistas, no caso mostrarão as plantas medicinais relacionadas com os órgão do corpo humano, conhecimento de que muitas pessoas desconhecem.

→ Link: http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2933191.xml&template=3898.dwt&edition=14866§ion=1003

Terceira Notícia (23/06/2010)

Jane Goodall alerta para perda da biodiversidade
Cientista de "Na Montanha dos Gorilas" diz que perda de espécies gera um efeito dominó com consequências graves para o planeta

AFP | 23/06/2010 13:36Mudar o tamanho da letra:A+A-

Foto: Getty Images
Jane Goodall volta em 2006 a Gombe, Tanzânia, onde começou seu trabalho com gorilas em 1960
A britânica Jane Goodall, a renomada especialista no estudo de primatas que foi interpretada por Sigourney Weaver no filme "Na Montanha dos Gorilas", pediu para que o mundo tome consciência urgente de que estamos perdendo nossa biodiversidade "como uma orquestra que perde seus músicos um a um".

A incansável pesquisadora de 76 anos multiplica as ações de sensibilização sobre a importância de proteger o meio ambiente. O Instituto Jane Goodall defende a necessidade de mudanças profundas sobre o hábito de consumo.

O ano de 2010 foi declarado Ano Internacional da Biodiversidade com o objetivo de abrir os olhos da população mundial sobre o ritmo alarmante de destruição. Por que não houve a mobilização que se esperava como resposta?
JG: É um problema de comunicação. Usa-se uma linguagem muito técnica. A perda da biodiversidade é a perda que uma orquestra sofre com a saída gradual dos músicos. O desaparecimento de uma plantinha pode parecer sem importância, mas a criatura que depende dela também desaparece. Enfim, é o desmoronamento de vários edifícios em efeito dominó. Somos os seres que têm mais capacidade intelectual no planeta, mas não nos questionamos sobre o impacto de nossas decisões nas próximas gerações. Qual será o impacto disso na próxima reunião de acionistas? Em minha carreira política? Na minha carreira profissional? Esses são os critérios que usamos.

Baleias, pandas, elefantes e chimpanzés. O que se pode aprender com os grandes mamíferos?
JG: A biodiversidade envolve todas as espécies, começando pelas que vimos todos os dias, no campo e na cidade. Mas as espécies emblemáticas têm o mérito de fazer as pessoas sentirem mais facilmente o peso de uma possível extinção. Fora que os grandes animais precisam de grandes espaços na terra e no mar; então para salvá-los é preciso salvar também o meio ambiente e logo várias outras espécies ao mesmo tempo. A situação dos chimpanzés é especialmente sombria. Havia mais de um milhão quando comecei (em 1960, no Parque Nacional de Gombe, na Tanzânia). Hoje é 300 mil.

A senhora defende mudanças de comportamento na vida das pessoas e escolheu ser vegetariana. Todo o mundo deveria fazer a mesma escolha?
JG: Não adiantaria dizer que todo o mundo deveria deixar de comer carne, porque entraria por um ouvido e sairia por outro. Mas cada um deveria entender as consequencias para si e para o mundo de comer um corte de carne proveniente de um animal criado em cativeiro em regime intensivo.

Apesar dessa realidade sombria que descreve, a senhora continua otimista. Por quê?
JG: A esperança vem do fato de a natureza também ser resistente, seja planta ou animal. Isso é extraordinário. Os exemplos são vários. Fora isso, há grandes avançes em termos de conscientização, embora nem sempre haja uma mudança de comportamento junto. Aí mora o perigo. Como fazer as pessoas terem consciência do horror iminente e ao mesmo tempo mostrar que ainda há tempo para evitar que isso se torne realidade?

Comentário: muitas espécies de animais vem se perdendo com o tempo, e isso tudo causa um grande desequilíbrio ecológico. Perdas de espécies como a citada (Gorillas) geram muitos problemas a nosso planeta, como na minha opinião gera qualquer perda de outras espécies de animais.

→ Link: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/jane+goodall+alerta+para+perda+da+biodiversidade/n1237677774478.html


Quarta notícia (28/06/2010)

Caça de baleias tem forte motivação geopolítica
Para superintendente da WWF-Brasil, Japão insiste na questão pelo fato da pesca ser fundamental para sua economia


Thiago André, especial para o iG | 28/06/2010 17:02Mudar o tamanho da letra:A+A-

Foto: © AP
Sushiman em Tóquio mostra sashimi de baleia, feito com fatias de carne crua do animal
Após uma semana de intensas discussões na 62ª reunião anual da Comissão Baleeira Internacional (CBI), encerrada na sexta-feira, em Agadir, no Marrocos, o superintendente de conservação do WWF-Brasil (World Wildlife Fund), Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, disse que a caça de baleias no Japão teria forte motivação geopolítica.

“O fato de o país não aceitar restrições ao uso de recursos dos oceanos é, talvez, uma questão mais de geopolítica do que simplesmente econômica, considerando que o país está em um arquipélago e explorar sua biodiversidade marinha é fundamental para a sobrevivência de sua população. A motivação geopolítica para a caça de baleias é muito forte no Japão”, afirmou.

Uma proposta de consenso para a exploração comercial e científica dos animais foi discutida pelos 88 países-membros da CBI. Os representantes de governos presentes no evento, que pretendiam elaborar um pacote de medidas concretas relacionadas à exploração das baleias, não chegaram a um acordo. Essa tentativa foi adiada para o ano que vem durante a próxima reunião da comissão, em local ainda a ser definido.

O presidente da CBI, o chileno Cristián Maquieira, propôs a liberação da captura de baleias por dez anos com uma cota anual limitada de indivíduos. Os representantes da comunidade científica internacional, em contrapartida, consideraram essa proposta parcial aos interesses dos países baleeiros, como Japão e Noruega, desfavorecendo os conservacionistas que não se interessam por esse tipo de captura.

No Marrocos, o comitê de conservação da entidade defendeu o “uso sustentável dos recursos” ou, em outras palavras, a captura dos mamíferos para fins comerciais. A CBI proíbe, desde 1986, a caça comercial de baleias e, caso fosse aprovada, a nova proposta derrubaria essa moratória ilimitada, permitindo a captura até mesmo sobre espécies ameaçadas de extinção.

Brechas na proibição
Além da proibição da caça de baleias no chamado Santuário de Baleias do Oceano Austral, uma das questões levantadas no encontro foi o fim da caça para fins científicos: o Japão, apesar de ter aderido à moratória, utiliza essa brecha na legislação da CBI, que autoriza a caça em nome da pesquisa científica com cotas limitadas, para fazer o uso comercial das espécies. “Essa cláusula científica nas regras da CIB tem sido mal utilizada há muito tempo. Se pensamos em reformular a comissão como um todo, esse artigo precisa ser removido do documento”, avalia Scaramuzza.

Os países favoráveis a autorização da pesca comercial propuseram ainda, até 2014, a captura de 3.860 baleias, uma redução de apenas 8% em relação às capturas atuais. Brasil e Argentina também defenderam a criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul, onde não seria permitida nenhuma modalidade de caça de baleias. “O Brasil possui áreas importantes para a reprodução de várias espécies e isso, por si só, justifica a criação desse santuário. Ele seria fundamental para recuperar a viabilidade das populações baleeiras em todo o mundo. A proibição da caça comercial, em 1986, certamente ocorreu porque algumas espécies realmente corriam riscos de se extinguir”, aponta Scaramuzza.

Outra questão em pauta na reunião dessa semana foram os desafios relacionados aos cálculos que estabelecem os limites de captura dos animais: em mais de duas décadas de estudos não existe um consenso entre os cientistas sobre a estimativa populacional de algumas espécies, sobretudo as que correm risco de extinção como a baleia-azul, a baleia-de-bossa e a baleia-franca.

“A baleia é uma espécie que requer uma área muito extensa para sobreviver. Por isso, se estamos querendo poupar o animal, isso significa que temos que pensar na preservação dos ambientes marinhos como um todo”, explica.

Entre os países a favor da caça comercial estão Japão e Noruega, nessa ordem os dois maiores caçadores de baleias do mundo, além de Rússia, Dinamarca e Islândia. Os conservacionistas são liderados por Austrália e dezenas de outras nações da Europa e América Latina. Calcula-se que os três países que caçam baleias (Japão, Noruega e Islândia) tenham capturado cerca de 1500 animais em 2009, sendo que, destes, mais de mil teriam sido caçados pelos japoneses.


Comentário: Acho isso um pouco de falta de censo e de cultura aos japoneses, pois entendo que eles possuam outros modos de vida, mas em nenhuma cultura a matança de animais, como as baleias, é exemplo de superioridade e evolução, pois se fosse assim, humano que mata humano é mais evoluído. Acho um completo desrespeito com a natureza esse tipo de coisa, porque em busca de ganhar dinheiro com o comércio da carne de baleia, eles tiram muitas vidas, e não vão parar enquanto não se colocarem no lugar e começarem a ter mais consciência de seus atos.

Link: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/caca+de+baleias+tem+forte+motivacao+geopolitica/n1237685930223.html

Quinta notícia (Caso valer como semana do dia 1/06 ao dia 6/06 - dia 3/6/2010)


Aumento de queimadas na Amazônia é preocupante
Estudo anglo-brasileiro mostra que embora o desmatamento tenha caído, as consequências dos incêndios ainda são pouco estudadas

EFE | 03/06/2010 16:44Mudar o tamanho da letra:A+A-

Foto: Divulgação
Tronco de árvore queimado em floresta no Mato Grosso: incêndios florestais estão aumentando
A taxa de desmatamento na Amazônia diminuiu, mas o aumento dos incêndios florestais poderia anular os benefícios dessa queda, segundo um artigo publicado hoje pela revista Science.

O estudo foi realizado pelos pesquisadores Luiz E.O.C. Aragão, da Universidade de Exeter no Reino Unido, e Yosio E. Shimabukuro, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São Paulo, que usaram imagens de satélites para observar a Floresta Amazônica de 1998 a 2007.

"A redução das emissões procedentes do desmatamento e a degradação podem limitar as emissões de carbono, mas pouco se sabe sobre as consequências dos incêndios", afirma o artigo. "A análise de dados recolhidos por satélites sobre o desmatamento e os incêndios na Amazônia indicam que a ocorrência de queimadas cresceu 59% na região que teve menores taxas de desmatamento", acrescentaram os pesquisadores.

A redução das emissões procedentes do desmatamento e a degradação podem limitar as emissões de carbono, explicaram os cientistas, mas a eficácia do mecanismo "depende da estabilização do desmatamento e da degradação na maior floresta tropical do mundo".

Até 2004, a perda anual de áreas florestais chegava a mais de 27 mil quilômetros quadrados, mas desde então o ritmo de desmatamento foi diminuindo e em 2009 se calculava uma perda de pouco mais de 7,4 mil quilômetros quadrados.

Os pesquisadores observaram que a perda de arborização resulta na emissão à atmosfera de 24% de todas as emissões mundiais de carbono procedentes da mudança na cobertura florestal da terra.

Os esforços para reduzir o desmatamento e a degradação dos solos, que incluem incentivos financeiros, poderiam falhar em suas metas, a menos que os habitantes da Amazônia adotem uma política organizada para lidar com os incêndios, defendem Aragão e Shimabukuro.

Os pesquisadores sugerem que a adoção de técnicas modernas de agricultura, ao invés vez das tradicionais queima e poda, poderia diminuir o número de incêndios e consequentemente as emissões de dióxido de carbono em nível mundial.


COMENTÁRIO:
Os incêndios causam várias perdas em ambientes naturais, e é muito bom que algumas pessoas levem em conta ideias para evitar estas consequentes queimadas. A notícia expõe bem o que acontece, mas eu não vejo mudanças ocorrendo "fora do papel".

Link: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/aumento+de+queimadas+na+amazonia+e+preocupante/n1237653700538.html

Espero a minha nota heein sor Telmo ? haha :D